Grupo Focal e Observação Participante [resenha teórica]

Por Kamille Ramos Torres, France Linko Chou e Edson Fonseca de Oliveira

Essa resenha teórica tem como objetivo apresentar a discussão em torno dos métodos de coletas de dados Grupo Focal (1) e Observação participante (2). Para tanto foram utilizados os capítulos escritos por: Finch e Lewis[i] e intitulado “Focus groups”; Freitas e Oliveira[ii], “Focus group: instrumentalizando o seu planejamento”; e Waddington[iii] – “Participant Observation”. Além desses capítulos, foram utilizados 03 (três) textos complementares.

 O focus group (1) tem sua origem associada à sociologia, sendo que a partir do século XX tem sido muito utilizado para a pesquisa de mercado[iv] e outras áreas[v] . Freitas e Oliveira (2006, p. 325 -326) definem o focus group como “[…] um tipo de entrevista em profundidade realizada em grupo, cujas reuniões têm características definidas quanto à proposta, ao tamanho, à composição e aos procedimentos de condução”. Para Finch e Lewis (2003) alguns aspectos do grupo focal são bem diferentes da entrevista em profundidade, pois os dados são gerados através da interação dos participantes. O focus group

[…] é recomendado para orientar e dar referencial à investigação ou à ação em novos campos; gerar hipóteses baseadas na percepção dos informantes; avaliar diferentes situações de pesquisa ou populações de estudo; desenvolver planos de entrevistas e questionários; fornecer resultados dos participantes a partir de estudos iniciais; e gerar informações adicionais a um estudo em larga escala[vi].

Porém, os autores explicam que há situações em que o uso do focus group não é recomendado, por exemplo, 

[…] quando o assunto é constrangedor para os participantes; quando o pesquisador não tem controle sobre quais são os aspectos críticos do estudo; quando são necessárias projeções estatísticas; quando outra técnica pode produzir resultados melhores […] ou quando o pesquisador não pode garantir a confidencialidade da informação[vii].

Freitas e Oliveira (2006) dividem o focus group em 03 (três) etapas. A primeira etapa é o planejamento. Após a identificação do propósito do grupo, são estabelecidos os detalhes para sua realização[viii] . Para os autores, a quantidade de grupos é uma das primeiras decisões a ser tomada.  Além disso, é recomendável que os grupos sejam constituídos de seis a dez pessoas[ix], ou de seis a oito[x] . Se o número for superior a doze pessoas é aconselhável dividir o grupo, como explicam os autores, possivelmente o que foi realizado por Coelho e outros (2016[xi]) em sua pesquisa.

Borgo (2018[xii]) explicou que o convite para participação foi realizado pelo Whatsapp onde inicialmente três confirmaram a participação. Depois de alguns dias uma mensagem com uma enquete foi enviada para oito participantes, sendo que seis responderam ter disponibilidade, no entanto, compareceram cinco no dia marcado para início da sessão. Coelho e outros (2016) explicaram que o focus group foi constituído de três sessões, onde na primeira compareceram cinco mulheres, cinco também no segundo e seis no terceiro.

 A seleção do local e coleta dos dados também é essencial, apesar do focus group ser facilmente conduzido em vários locais, como restaurantes, salas de hotéis, entre outros, é importante que o local seja de fácil localização, não propicie distrações e seja adequado para a acomodação em U dos participantes[xiii]. Borgo (2018) afirma que a sessão foi realizada em uma sala de aula da UTFPR, com as cadeiras dispostas em semicírculo, sendo que a cadeira da pesquisadora ficou à frente de todos, o que é recomendado por Freitas e Oliveira (2006). Borgo (2018) relata ainda que foram servidos chá, biscoitos, suco e água para as participantes.

A escolha dos participantes, que segundo Freitas e Oliveira (2006), deve ser feita de acordo com o objetivo da pesquisa, também faz parte da etapa de planejamento. No caso de Borgo (2018), foram escolhidas em sua maioria Consultoras ou Psicólogas. Já Coelho e outros (2016) fizeram a sessão com mulheres catadoras de materiais recicláveis. 

Em regra, é preciso trabalhar com pessoas estranhas entre si para evitar a inibição dos participantes[xiv].  Porém, no exemplo de Borgo (2018), muitas consultoras são concorrentes no mercado de trabalho, como a autora mesmo afirma, e no caso de Coelho et al. (2016), as catadoras deveriam ser vinculadas a uma cooperativa, o que pode indicar que em ambos os casos elas se conheciam.  A segunda etapa descrita por Freitas e Oliveira (2006, p. 340) é a da condução das sessões. “Muitas pessoas têm a ilusão de que entrevistar é tarefa simples, mas requer disciplina mental, preparação e habilidade para a interação em grupo”. O moderador deverá ter a habilidade para guiar o grupo[xv] . De acordo com Finch e Lewis (2003), o papel do pesquisador é hibrido e ao mesmo tempo em que estimula a interação aberta entre os participantes, ele deve ter o controle para incluir todos no evento, evitando domínios de conversação e afastando o grupo de uma discussão irrelevante. Além disso, os autores explicam que o pesquisador deve continuar o papel de coletar informações para sua pesquisa.

Por fim a terceira etapa descrita por Freitas e Oliveira (2003) é a análise dos dados obtidos com o Grupo focal, sendo que a transcrição e análise desses dados são considerados processos lentos. “Cada sessão produz aproximadamente de 50 a 70 páginas e mais 10 a 15 páginas de notas de campo”[xvi] . Borgo (2018), relata que em sua pesquisa foram coletadas 256 páginas de transcrição e 12 páginas de observação. Ainda, Freitas e Oliveira (2003, p. 342) explicam que a análise considera, entre outros requisitos, “[…] palavras e os seus significados, o contexto em que forma colocadas as ideias; a consistência interna, a frequência e a extensão dos comentários; a especificidade das respostas, e a importância de identificar as grandes ideias”.

Finch e Lewis (2003) também apontam alguns estágios do grupo focal. Os autores indicam que o pesquisador deverá gerir o início da sessão, à medida que os participantes chegam o pesquisador irá interagir com eles. Nesse estágio, o pesquisador fará o início formal, após a sessão estar completa, com uma introdução pessoal e do escopo da pesquisa apontando as regras básicas para o seu início, discorrendo sobre o que se espera dos participantes e informando que se busca a participação ativa de todos. Além disso, procura-se enfatizar a confidencialidade do trabalho[xvii], algo importante a ser considerado.

É preciso informar ao grupo de que a sessão será gravada, e deve-se evitar a entrada de retardatários[xviii]. Borgo (2018) iniciou a sessão propondo um contrato de sigilo entre os participantes e os pesquisadores presentes, além de explicar para que o conteúdo coletado serviria. Borgo (2018) e Coelho et al. (2016) relataram que a sessão foi audiogravada para uma melhor análise do conteúdo gerado e no caso de Borgo (2018), inclusive, filmada.

O estágio dois se baseia na introdução individual, ou seja, na auto apresentação[xix] . Esse estágio é importante para que o pesquisador possa anotar os dados do participante e usá-los, se necessário, no decorrer da sessão. Ademais, ao final da apresentação de todos participantes, o pesquisador poderá encontrar similaridades a serem exploradas futuramente[xx]. Além disso, de acordo com Freitas e Oliveira (2006), o pesquisador deve levar em conta o contexto pessoal dos participantes a fim de gerar as respostas.

Borgo (2018) fez o uso de entrevista individual com o propósito de levantar os dados pessoais das participantes, sendo as entrevistas submetidas a uma pré-análise para servir como base nas discussões do grupo. Ainda, alguns temas foram identificados com base da entrevista para serem aprofundados no grupo[xxi] . Coelho e outros (2016) explicaram que as participantes utilizaram pseudônimos escolhidos por elas e marcados em um crachá, Finch e Lewis (2003) afirmam que em alguns grupos pode-se optar pelo uso de crachá.

O terceiro estágio consiste em um tópico de abertura, onde o pesquisador pode “lançar” um item para discussão, sendo que como resultado pode se esperar um silêncio geral, a participação de um membro único ou a discussão ser de fato iniciada, situação onde o pesquisador deve continuar seu papel ativo, colocando tópicos, reformulando questões, entre outros[xxii]

Borgo (2018) explica que as duas primeiras atividades apresentadas ao grupo foram a disponibilização de seis imagens de pessoas com expressões de sorriso e de seis imagens de pessoas com expressões de sofrimento, todas as imagens com pessoas em ambiente de trabalho diversificado. O terceiro momento da sessão foi quando a pesquisadora leu um trecho de um ensaio teórico de dois autores para que as participantes manifestassem suas percepções e por fim, foi lido de um trecho de uma das entrevistas para que as participantes dessem opiniões a respeito[xxiii].

Freitas e Oliveira (2006, p. 336) citam Morgam (1988) para explicar que o estágio que ocorrerá após a introdução depende do papel desempenhado pelo moderador, se houver um baixo envolvimento do moderador ele apresentará um “[…] primeiro tópico que será seguido por discussão não estruturada até a introdução do segundo tópico […]”; já se o moderador tiver um alto envolvimento, “[…] o tópico inicial introduzido será fundamental para o início da discussão e deverá ser de cunho geral. A partir da discussão dos participantes, o moderador terá condições de criar situações para a introdução dos demais tópicos […]”[xxiv].

A discussão ocorre no quarto estágio, de acordo com Finch e Lewis (2003). Nesse estágio, se a interação do grupo passar do controle, é importante que o pesquisador equilibre a situação[xxv]. Segundo os autores, o pesquisador por meio da escuta ativa e observação, examinará o grupo todo e o indivíduo, fazendo perguntas abertas em linguagem simples. Por meio dos termos ditos, que o pesquisador utilizará para trazer novas questões para a discussão, o pesquisador deverá, ainda, direcionar para assunto ou tópico que é importante para sua pesquisa, conforme explicado pelos autores.

No estágio final, o tópico último deve ser decidido antecipadamente e com a atenção por parte do pesquisador de como ele irá se ajustar na discussão. É aconselhado que se termine com sugestões de como possa se resolver determinado problema[xxvi]. Freitas e Oliveira (2006) explicam que o encerramento da sessão também ocorrerá de acordo com o papel do moderador. No baixo nível de envolvimento só o fato de o moderador retomar a discussão dará a noção de fechamento, ao passo que no alto nível de envolvimento poderá haver o pedido para que cada participante faça a declaração final.

Para Finch e Lewis (2003) o pesquisador deverá ser flexível, assegurando que proposições sejam levantadas pelo grupo ao mesmo tempo em que deverá controlar para que os objetivos da pesquisa sejam atingidos. O pesquisador deve sondar as respostas, buscando aprofundar as discussões e cobrir todas as lacunas, conforme explicam os autores. No procedimento de discussão, o pesquisador deverá também observar a reação corporal dos participantes, incluindo em nota o ponto de vista com base na discussão verbal e na linguagem corporal[xxvii]. Nesse sentido, Freitas e Oliveira (2006) afirmam que poderá ser utilizado um assistente (observador). Borgo (2018) relata a presença de um observador para realizar anotações, mesmo assim a pesquisadora coordenou a sessão e também realizou observações.

Outro ponto importante para o sucesso do focus group é a garantia de que todos os participantes participem da discussão, o que envolve ter que lidar com o “domínio de um do grupo ou a reticência de outro” e até mesmo a conversa simultânea[xxviii] .  É possível que um participante passe a ser o dominante dentro da discussão do grupo, devendo o pesquisador saber intervir, observando se isso faz com que os demais se tornem mais restritos nos comentários, como explicam os autores. A intervenção pode ser realizada de forma indireta, tentando puxar a discussão para que os outros participantes interajam ou de formar direta caso a primeira forma não resolva[xxix]. Para os autores, o importante é evitar um confronto.

Ademais, outra possibilidade, conforme Finch e Lewis (2003), é de que uma pessoa não interaja, seja pela timidez, ou porque está se sentindo desconfortável no grupo, entre outros aspectos. O pesquisador pode incentivar de forma indireta o participante tímido, através de olhares ou gestos, ou trazer uma questão que tenha ligação com a apresentação inicial do participante, como por exemplo, perguntar especificamente para as pessoas que tem filhos[xxx].

O pesquisador, segundo os autores, deverá agir no sentido de evitar conversas paralelas no grupo. Para tanto, poderá se dirigir a pessoa que está conversando e pedir a opinião dela, pode auxiliar apenas apontando o gravador em sua direção ou afirmando que todo ponto de vista precisa ser ouvido. Independentemente da técnica utilizada, os autores afirmam ser importante que o pesquisador retorne aos indivíduos que não conseguiram expor suas opiniões, concentrando-se nas opiniões pessoais dos participantes, ou seja, perguntando diretamente o que pensam sobre determinado assunto, podendo incentivar o trabalho em grupo e incentivando a exploração aprofundada de questões emergentes.

Freitas e Oliveira (2003) afirmam que o grupo focal combina elementos de entrevista em profundidade com a observação participante, o que nos leva ao objetivo inicial de discutir sobre a observação participante (2). Sobre isso, Douglas (1976, p. 112 apud WADDINGTON, 2004, p. 154[xxxi]) explica que “quando a preocupação é a experiência das pessoas, a maneira como elas pensam, sentem e agem, a maneira mais verdadeira, confiável, completa e simples de obter essa informação é compartilhar sua experiência”. 

Logo, a observação participante é entendida como o compartilhamento da experiência do outro. Segundo Brewer (2000) citado por Waddington (2004), nesse método o próprio observador é considerado uma fonte importante para a pesquisa. Coelho e outros (2016) afirmam que a observação participante possibilita conhecer “particularidades” e “singularidades” no contexto que será estudado. 

Waddington (2004) relata ainda que a observação participante é considerada uma estratégia indutiva, já que é por meio intermédio da observação que se pode construir o conhecimento científico.

Assim, o observador participante usa suas observações iniciais como ponto de partida para formular hipóteses simples ou múltiplas. Essas hipóteses podem subsequentemente ser descartadas ou refinadas para acomodar quaisquer observações não antecipadas ou contraditórias que possam surgir (JORGENSEN, 1989 apud WADDINGTON, 2004, p. 155).

Silveira e Wiggers (2013[xxxii]) relataram que a observação participante em sua pesquisa seguiu algumas etapas. A primeira foi estabelecer uma relação de confiança, concordando com Waddington (2004). Para entrar no campo o pesquisador deve convencer os demais que sua imagem não representa uma ameaça. Assim que o pesquisador consegue esse acesso ele deve manter essa imagem[xxxiii]. Segundo Silveira e Wiggers (2013), foram feitas visitas nas casas e apresentada a pesquisa. 

A segunda etapa foi o registro, em caderneta, das conversas e observações[xxxiv]. Para Waddington (2004), a anotação é o principal meio de se registrar a observação participante. Recomenda-se que para cada hora em campo, pelo menos 6 sejam gastas em anotações. O autor prossegue explicando que esse processo inclui anotar ações do observador, eventos, conversas, a descrição de pessoas, sentimentos e palpites. Coelho e outros (2016) relataram que o cenário de observação de sua pesquisa foi um galpão de reciclagem e que foi utilizado um roteiro de observação e um diário de campo.

As etapas subsequentes, conforme Silveira e Wiggers (2013), seguiram da seguinte forma: a) foi traçado um mapa das casas e foi construída a genealogia das famílias; b) foram realizadas conversas informais; c) foram eleitos os informantes principais das pesquisas; d) acompanhou-se o dia-a-dia dessas pessoas, conversando e entrevistando elas sempre que necessário; e) foram feitas entrevistas com pelo menos um membro de cada família; f) foi feito um diário com base nas anotações da caderneta; e g) foram tiradas fotografias que, depois de impressas, foram devolvidas para que a conversa dessa interação fosse anotada.

Segundo Waddington (2004), algumas habilidades interpessoais são necessárias durante a realização desses atos por parte do pesquisador, como manter um equilíbrio e se aproximar das pessoas que serão estudadas, mas ao mesmo tempo mantendo certo distanciamento (concentração) para uma boa observação. Coelho et al. (2016) afirmam que a pesquisadora se envolveu efetivamente às trabalhadoras pesquisadas e compartilhou de suas atividades, já que “foi valorizado o contato interpessoal com as catadoras, a escuta das mesmas, o compartilhamento de algumas de suas experiências, movimento importante para a formação de vínculo e consequente abertura das participantes à pesquisa”[xxxv].

Taylor e Bogdan (1984 apud WADDINGTON, 2004, p. 155-156) 

[…] recomendam que os pesquisadores de campo enfatizem quaisquer características que possam ter em comum com seus entrevistados, tenham o cuidado de mostrar interesse suficiente nas opiniões das pessoas, evitem ser arrogantes, favoreçam ou tentem ajudar as pessoas sempre que possível. Eles ainda insistem que os pesquisadores de campo devem “homenagear” as rotinas das pessoas com as quais entram em contato – não exigindo que se afastem de seus horários ou contextos habituais de interação.

Waddington (2004) afirma ainda que os praticantes desse método geralmente utilizam mais de uma forma de coleta de informações, como a busca de documentos, cartas, entre outros. Coelho e outros (2016) relatam que foi utilizado em sua pesquisa a observação participante, a entrevista semiestruturada e o grupo focal. Ferreira e Wiggers (2013) relatam que foram feitas entrevistas abertas com a coordenadora do Incra e pesquisados documentos referentes aos assentamentos.

Para a análise de dados da observação participante utiliza-se a indução analítica, nesse processo, 

Os dados são dissimulados em elementos e componentes; esses materiais são examinados quanto a padrões e relacionamentos, às vezes em conexão com ideias derivadas da literatura, teorias existentes, de palpites que surgiram durante o trabalho de campo ou talvez simplesmente suspeitas de senso comum. Com uma ideia em mãos, os dados são remontados, proporcionando uma interpretação ou explicação de uma questão ou problema particular; esta síntese é então avaliada e examinada criticamente; pode ser aceito ou rejeitado inteiramente – ou com modificações; e, não incomumente, esse processo é então repetido para testar a concepção teórica emergente, expandir sua generalidade ou examinar sua utilidade (JORGENSEN, 1989, p. 110-11 apud WADDINGTON, 2004, p. 156-157).

Deixar o campo pode ser uma tarefa complicada ao pesquisador, como explica Waddington (2004). Em alguns casos a saída é porque o tempo e gastos com a pesquisa estão se esgotando ou porque ocorreu a saturação teórica[xxxvi]. Alguns autores entendem que a saída do campo pode representar uma ruptura com os apegos. Para Waddington (2004), não se deve sair de maneira abrupta. 


[i] FINCH, Helen; LEWIS, Jane. Focus Groups. In: RITCHIE, Jane; LEWIS, Jane. (Eds.). Qualitative Research Practice: A Guide for Social Science Students and Researchers. SAGE Publications, 2006.

[ii] FREITAS, Henrique; OLIVEIRA, Mírian. Focus group: instrumentalizando o seu planejamento. In: GODOI, Christiane Kleinübing; BANDEIRA-DE-MELO, Rodrigo; SILVA, Anielson Barbosa da. (Orgs.). Pesquisa Qualitativa em Estudos Organizacionais: Paradigmas, Estratégias e Métodos.Editora Saraiva, 2003.

[iii] WADDINGTON, David. Participant Observation. In: CASSEL, Catherine; SYMON, Gillian. Essential Guide to Qualitative Methods in Organizational Research. SAGE Publications, 2004.

[iv] FINCH, Helen; LEWIS, Jane. Focus Groups. In: RITCHIE, Jane; LEWIS, Jane. (Eds.). Qualitative Research Practice: A Guide for Social Science Students and Researchers. SAGE Publications, 2006.

FREITAS, Henrique; OLIVEIRA, Mírian. Focus group: instrumentalizando o seu planejamento. In: GODOI, Christiane Kleinübing; BANDEIRA-DE-MELO, Rodrigo; SILVA, Anielson Barbosa da. (Orgs.). Pesquisa Qualitativa em Estudos Organizacionais: Paradigmas, Estratégias e Métodos.Editora Saraiva, 2003

[v] Idem item ii.

[vi] Idem item ii, p. 326.

[vii] Idem item vi.

[viii]Idem item ii.

[ix] Idem item ii.

[x] Idem item i.

[xi] COELHO, Alex Pupiara Flores, et al.. Mulheres catadoras de materiais recicláveis: condições de vida, trabalho e saúde. Revista Gaúcha de Enfermagem, v.37, n.3, 2016.

[xii] BORGO, Ana Silvia Alves. Os efeitos da interação com a organização-cliente, na subjetividade do Consultor Organizacional. Dissertação (Mestrado em Administração). Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2018

[xiii] Idem item ii.

[xiv] Idem item ii.

[xv] Idem item iv.

[xvi]Idem item ii, p. 342.

[xvii] Idem item iv.

[xviii] Idem item ii.

[xix] Idem item iv.

[xx] Idem item i.

[xxi] Idem item xii.

[xxii] Idem item i.

[xxiii] Idem item xii.

[xxiv] Idem item ii, p. 337-338.

[xxv] Idem item i.

[xxvi] Idem item i.

[xxvii] Idem item i.

[xxviii] Idem item i.

[xxix] Idem item i.

[xxx] Idem item i.

[xxxi] Idem item iii.

[xxxii] SILVEIRA, Luciana Braga; WIGGERS, Raquel. Protegendo a floresta, reconfigurando espaços na Amazônia: o caso do Projeto de Assentamento Extrativista Santa Maria Auxiliadora, Humaitá (AM). Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.47, n.3, 2013.

[xxxiii] Idem item iii.

[xxxiv] Idem item xxxii.

[xxxv] Idem item xi, p. 3. 

[xxxvi] Idem item iii.


Kamille Ramos Torres é Mestre em Administração pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

France Linko Chou e Edson Fonseca de Oliveira são mestrandos em Administração pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

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