Filosofar… Para quê?

Fausto dos Santos Amaral Filho¹ Geralmente quem se pergunta pelo para quê de algo tem interesse em saber qual a finalidade deste algo, para que serve, qual a sua utilidade, ou ainda, up to date, o que é que se lucra com isso?  Portanto, parece ser fácil responder a questão proposta, pois creio que ninguém... Continuar Lendo →

De que ciência necessitamos?

The George Peabody Library, Johns Hopkins University, Baltimore, Maryland, 1878. Fernando Neubarth¹ Essa reflexão precede a pandemia. No entanto, torna-se ainda mais importante a partir de tantas situações quase inclassificáveis; desconexas, inapropriadas e seguramente criminosas, por descaso, negligência ou franca irresponsabilidade. No momento em que a ciência enfrenta um novo e potente desafio, é preciso... Continuar Lendo →

Menina, estamos sozinhos no mundo

Rafaela Mota Ardigó¹ Faz pouco mais de quinze anos agora. O livro, escondido entre peças baratas e comerciais de uma biblioteca itinerante era “Memórias de minhas putas tristes”. Reconheço que o abracei naquele momento mais por curiosidade, - assumo que o autor era, para mim, um ilustre desconhecido apesar se sua vasta fama. À época,... Continuar Lendo →

O Sistema Produtivista da Indústria Cultural de Horkheimer e Adorno em relação às Forças Coercitivas do Estruturalismo de Durkheim

Patrícia da Silva Leite¹ A reflexão que proponho nesta pensata surge a partir de uma discussão em aula sobre a diferença entre o Estruturalismo e a Teoria Crítica; e como várias áreas da sociedade podem ser relacionadas com a Indústria Cultural. Nesse sentido, busco neste texto debater sobre as características do Estruturalismo que podem ser... Continuar Lendo →

Desigualdade no Covid-19 e a Cleptocracia Digital: Pobres mais pobres e os bilionários do Capitalismo de Vigilância

Fernando Ressetti Pinheiro Marques Vianna¹ Juliana da Rosa Maia Ressetti Vianna² Quando falamos de desigualdade, é importante pensarmos neste fenômeno como um resultado, e não como uma causa. Então, quando falamos de desigualdade, é prudente falarmos que “há desigualdade, em razão de...”, e não devemos falar que “a desigualdade é a razão de...”. E a... Continuar Lendo →

Quem é dono de si?

Ronnie Petter Pereira Zanatta¹ Não é difícil perceber a coerção das convenções sociais nas subjetividades individuais em uma análise das dinâmicas sociais ao longo do tempo. A própria construção da sociedade caracteriza-se como uma forma de enquadrar os indivíduos em determinadas normas e costumes socialmente construídos. Estas construções que determinam as diferentes culturas carregam por... Continuar Lendo →

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